Foi divulgado um vídeo sobre o protótipo do celular do Google no Mobile World Congress em Barcelona. Segundo o blog (http://gizmodo.com/354849/android-hands+on-video-its-fast-its-still-not-there ), o objetivo foi apenas demonstrar a escalabilidade do aparelho, ou seja,“...habilidade de manipular uma porção crescente de trabalho de forma uniforme, ou estar preparado para o crescimento do mesmo” do Wikipédia.
O protótipo ainda não reproduz os grandes efeitos visuais esperados, tal como o iPhone, mas espera-se melhores resultados no futuro.
Do ponto de visto de um desenvolvedor de software temos a idéia de ser uma plataforma aberta, com arquitetura e Sistema Operacional padronizadas, o que permitiria construir aplicações sem as limitações de Java ME, quando tentar acessar um recurso específico, tal como acessar a agenda dos contatos para interagir com alguma aplicação.
O Modelo de negócio do Android, ou melhor, da Open Handset Alliance, talvez impacte os negócios de mercado atual das operadoras. Como? As operadoras móveis controlam os serviços de dados e ganham dinheiro com isso até agora. Ex. o uso de mensagens SMS é tarifado, o download de jogos também. Imaginem telefones móveis com Android e outros smarthphones, as operadoras não estarão em condições de controlar todas as aplicações que poderiam ser executadas em um aparelho. O que hoje é mais controlado devido acordos com fabricantes de celulares e operadoras.
Em resumo, com “telefones mais inteligentes” operadoras móveis são suscetíveis de se tornarem apenas a ponte para acessar a rede, tal como a banda larga, operadoras só irão oferecer conectividade. Há quem pense o contrário, afirmando que o modelo do Android não dará certo para o mercado – veja o por quê (Who Won’t Appreciate Google Android).